TESTE: VOCÊ ESTÁ INSERIDO NA ECONOMIA COLABORATIVA?

A economia colaborativa está mudando os hábitos das pessoas. Essa nova tendência global prioriza o uso à posse de produtos, a experiência coletiva à individualização. O compartilhamento de nossos serviços, bens e habilidades com outras pessoas, às vezes desconhecidas, representa a retomada da coletividade, com o apoio da tecnologia. Mas nós estamos realmente inseridos nesta economia colaborativa? Vivemos uma “vida compartilhada”? Leia e tire suas conclusões! 😉

Você provavelmente já ouviu ou leu sobre as maravilhas da economia colaborativa ou compartilhada, certo? Mas já se perguntou se, de fato, você faz parte desta nova ordem mundial que promove o compartilhamento dos bens em vez da sua posse?

Conhecemos essa tendência global por nomes como economia compartilhada, economia colaborativa, economia em rede ou, simplesmente, nova economia.

O conceito, no fundo, é o mesmo para todos e se resume à máxima: “Não precisamos de uma furadeira, mas do furo na parede”.

Por que temos de comprar uma furadeira quando necessitamos fazer apenas um simples furo?

Quando alguém – conhecido ou não – compartilha conosco a sua furadeira, recebendo em troca uma quantia justa por esse aluguel, essa colaboração gera benefícios a todos:

. Mais economia: Usamos e devolvemos a furadeira, o que sai bem mais barato do que comprar uma novinha.

. Sustentabilidade: Ao evitarmos a compra de uma máquina “zerada”, reduzimos o processamento industrial de bens e seu impacto ambiental.

. Renda extra: Quem compartilha a furadeira conosco ganha uma renda extra com o aluguel do aparelho.

. Menos intermediários: Não precisamos de hipermercado ou loja para ter uma furadeira – basta procurarmos quem esteja disposto a compartilhar conosco o equipamento.

. Mais experiências: Criamos relações com pessoas que nos emprestam suas coisas e, assim, desenvolvemos novas experiências de consumo.

A economia colaborativa está florescendo graças às inovações tecnológicas das últimas décadas, como smartphones e milhares de aplicativos desenvolvidos sob medida para que colaboremos, compartilhemos, convivemos e conversemos mais uns com os outros.

É o triunfo da coletividade, sob intermédio da tecnologia.

O que temos de nos perguntar é se realmente estamos nos abrindo a este novo leque de experiências de consumo e de vida, ou se ainda teimamos em manter as nossas garras cravadas no modelo antigo de posse de bens e individualização.

Separamos algumas pistas, a seguir, para que avaliemos nosso estágio de integração à economia colaborativa. Será que estamos dentro ou fora?

Estamos vivendo uma vida compartilhada quando…

… viajamos de férias e, em vez de ficarmos em um hotel, alugamos um quarto ou uma casa pelos aplicativos Airbnb, Couchsurfing ou Alugue Temporada.

… nos deslocamos pela cidade com motoristas particulares do Uber, caronas inteligentes do aplicativo Caronetas ou com os carros alugados por hora do ZazCar.

… cansamos de nossas roupas e outros pertences e os colocamos à venda no site Enjoei.

… trocamos os brinquedos dos nossos filhos com os de outras crianças por meio do site Quintal de Trocas.

… compartilhamos nosso carro para o uso de terceiros por meio do app Fleety e, assim, faturamos uma renda extra com o aluguel do nosso veículo, em vez de deixá-lo parado na garagem.

… buscamos profissionais ou cadastramos os serviços que oferecemos no site GetNinjas, de compartilhamento de habilidades profissionais.

Para os apaixonados pela economia colaborativa ou para aqueles que desejam se inteirar mais sobre ela, compartilhamos este texto aqui, que diz tudo sobre o tema e dá vários exemplos e dicas sobre como levar a vida em rede.