5 LIVROS PARA A EDUCAÇÃO FINANCEIRA DOS JOVENS

Quanto mais cedo aprendermos a gerenciar nosso dinheiro, maiores as chances de termos uma vida financeira saudável e sem apertos. A educação financeira dos jovens é um passo fundamental nessa direção, e eles têm muito a aprender com os livros clássicos sobre finanças pessoais. Vamos conhecê-los?

Todos nós precisamos cuidar do controle financeiro pessoal: saber quanto ganhamos e gastamos para equilibrarmos a vida financeira e guardarmos dinheiro para investimentos.  

O zelo com as finanças pessoais deve começar cedo, por isso a educação financeira dos jovens é tão importante. Seja no colégio, na faculdade ou no primeiro trabalho, eles têm de aprender, o quanto antes, sobre como gerenciar seus recursos no longo prazo, para que garantam a saúde financeira durante a vida.

Um ótimo começo para a construção desse aprendizado é ler livros dedicados às finanças pessoais. Há uma infinidade de obras nas livrarias sobre o tema, ensinando como investir na bolsa, como planejar as finanças, como ficar rico, como ter sucesso.

A pergunta é: qual desses livros são fundamentais para a educação financeira dos jovens? Por quais autores eles devem iniciar suas leituras? Quais são os clássicos?

Alguns livros sobre finanças pessoais influenciaram gerações após gerações e milhares de pessoas, tornando-se verdadeiras referências mundiais.

Separamos 5 livros clássicos que vão ajudar na educação financeira dos jovens e também na condução de suas vidas daí em diante.

O investidor inteligente

Escrito pelo economista americano Benjamin Graham, e publicado pela primeira vez em 1949, o livro é uma espécie de “bíblia” sobre o mercado de ações, muito lido até os dias atuais. Basta dizer que é o livro de cabeceira do megainvestidor Warren Buffet.

Em mais de 600 páginas, Graham nos dá uma aula sobre investimentos rentáveis no longo prazo, a importância da educação financeira e como nossos hábitos e atitudes influem na geração de riqueza.    

Os segredos da mente milionária

O canadense T. Harv Eker teve altos e baixos. Ficou milionário com sua cadeia de lojas fitness e depois perdeu tudo por mau gerenciamento. Ele aprendeu com seus tombos, reergueu-se, voltou a ser milionário e traçou teorias comportamentais sobre geração de riqueza.  

Os segredos da mente milionária, lançado em 2005, retrata como a mentalidade voltada para a geração de riqueza é fundamental para o sucesso na vida – um recado importante para a educação financeira dos jovens.

Eker elenca 17 formas de pensar e agir que diferenciam os ricos das demais pessoas. Por exemplo, o fato de que é importante controlar o dinheiro e não ser controlado por ele.

O homem mais rico da babilônia

Em 1926, o americano George Samuel Clason lançava O homem mais rico da Babilônia, um texto basilar sobre finanças pessoais que se perpetuou ao longo de século 20 até os dias atuais, tornando-se também uma referência para a educação financeira dos jovens.

Por meio de parábolas do período babilônico, o autor sublinha lições financeiras simples como economizar e investir dinheiro para ter uma vida financeira saudável.

O poder do hábito – Por Que Fazemos o Que Fazemos na Vida e Nos Negócios

Charles Duhigg, autor de O poder do hábito, de 2012, é repórter do jornal The New York Times. Ele tem na estante de casa o troféu de vencedor do Prêmio Pulitzer, em 2013, por uma série de reportagens sobre a Apple, intitulada The iEconomy.

No livro, Duhigg se baseia na ciência para descrever a formação do hábito em indivíduos, pessoas e sociedades, e como eles afetam nossas vidas, negócios e finanças.

Para mudarmos os hábitos, precisamos alterar padrões que permeiam vários aspectos de nossas vidas. A boa notícia: pequenas mudanças podem gerar resultados muito positivos.

Daí sua importância para a educação financeira dos jovens, que, por meio da análise de seus hábitos, geram ações transformadoras que vão impactar suas vidas e finanças.  

Os axiomas de Zurique   

Escrito pelo jornalista inglês Max Gunther, e publicado em 1985, o livro apresenta 12 axiomas – leis que se impõem pela realidade empírica – sobre como investir dinheiro minimizando riscos e aumentando lucros.

Essas “leis” foram tiradas do exemplo de um grupo de banqueiros e empresários suíços do pós-guerra. Eles resolveram ganhar dinheiro com investimentos em ações, imóveis e mercadorias, elevando a Suíça a um dos países mais ricos do planeta.

O primeiro axioma, por exemplo, é sobre o risco: “Preocupação não é doença, mas sinal de saúde. Se você não está preocupado, não está arriscando o bastante”.