Nome sujo: devo, não nego e exijo meus direitos

“Nome sujo” deve ter seus direitos respeitados

Estar com nome sujo na praça é um grande transtorno na vida de qualquer pessoa.

E a experiência pode ser ainda pior quando o consumidor desconhece alguns direitos básicos que tem.

Para que isso não aconteça, fique atento às nossas dicas:

Nome sujo sem dívida, pode isso?

Infelizmente, isso é uma realidade. Muitas vezes, o consumidor é vítima de fraude, roubos ou outros infortúnios e acaba ficando negativado.

Porém, a solução para este tipo de caso deve ser rápida. Com um boletim de ocorrência nas mãos, a vítima deve procurar o credor para resolver a situação o quanto antes.

Além disso, ela deve procurar também o órgão de proteção de crédito para evitar outras cobranças indevidas.

Por fim, o consumidor ainda tem o direito de entrar na Justiça contra a empresa credora e pedir uma indenização por danos morais.

Aviso antes de entrar na “lista negra”

Segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC), o órgão de proteção ao crédito – Serasa, SPC ou SCPC – tem o dever de notificar o consumidor antes de seu nome ser negativado.

A notificação deve ser enviada por escrito e ter um prazo para que a pessoa possa pagar o débito ou provar que a cobrança está incorreta.

Se renegociou, tem que sair da lista

Ao renegociar um débito, o consumidor assume uma nova dívida, conforme os termos do acordo de renegociação.

Isso significa que a dívida antiga desaparece e, com ela, o nome sujo do consumidor deve desaparecer da lista negra também.

O credor tem a obrigação de tirar o nome do cadastro de negativados após o pagamento da primeira parcela.

Vale lembrar, porém, que caso o consumidor deixe de pagar alguma parcela, ele pode voltar a ficar com o nome sujo.

Cobrança abusiva não!

Ligações e mensagens insistentes e em horários inoportunos podem causar constrangimentos e não são permitidas pelo CDC.

O consumidor pode denunciar a empresa ao Procon ou entrar na Justiça, podendo inclusive pedir o bloqueio de chamadas indesejadas.

Fique de olho no prazo

Existe um prazo para que o consumidor fique com o nome sujo: 5 anos a partir da data da dívida.

Passado esse prazo, o nome do devedor deve ser retirado da lista de inadimplentes dos órgãos de proteção ao crédito.

Entretanto, isso não quer dizer que a dívida sumiu e o credor ainda pode cobrá-la judicialmente.

Assim, a melhor alternativa, é sempre buscar um acordo com o credor e limpar o nome o quanto antes.

Isso evita com que seu score de crédito, uma pontuação que indica o quão bom pagador você é, caia e tenha mais transtornos para obter empréstimos, cartões de crédito e até abrir um nova conta corrente.

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