WhatsApp é invadido por cibercriminosos e fake news

WhatsApp é principal canal de ataque de cibercriminosos no Brasil

Se por um lado, o WhatsApp está se tornando cada vez mais importante na vida das pessoas e empresas (leia nosso texto sobre as novidades para empreendedores aqui), por outro, o app tem se desdobrado para minimizar os problemas que vem com a popularidade.

O pior deles, sem dúvida, é o cibercrime. De acordo com DFNDR Lab, o WhatsApp foi o principal canal de ataque de cibercriminosos brasileiros no fim do ano passado.

Segundo dados do Relatório de Segurança Digital, mais de 44 milhões de tentativas de ataques foram realizadas através do app no último trimestre de 2017.

O principal ataque é o pshishing acompanhado de um link malicioso. O método constitui em enganar o usuário e fazê-lo clicar num link suspeito com intuito de roubar dados pessoais dos usuários.

Para atrair os usuários, os golpistas oferecem passagens aéreas grátis, promoções da Nespresso, assinaturas gratuitas de serviços de streaming como Netflix e Spotify e até ingressos para a Copa do Mundo na Rússia.

Sem uma ferramenta específica para proteger seus usuários, a indicação de especialistas é que tenha-se um antivírus no celular que contenha uma ferramenta de anti-phishing capaz de bloquear as ameaças em tempo real.

Além disso, vale usar o bom senso: desconfie de promoções, brindes e descontos muito atraentes que circulam pela internet e, principalmente, não compartilhe dados sensíveis em qualquer site.

WhatsApp declara guerra contra Fake News e SPAM

Mas não são apenas cibercriminosos que andam perturbando a vida dos usuários do app de mensagens.

Assim como acontece no Facebook, as chamadas fake news estão recheando o WhatsApp, que está testando um novo recurso para limitar a circulação desse tipo de mensagem.

Enquanto o recurso pode ser interessante, ainda não está claro como ele vai identificar as fake news e o SPAM visto que o WhatsApp não tem acesso ao conteúdo das mensagens trocadas.

De qualquer maneira, é bom que a empresa esteja de olho nesse tipo de ameaça que já está fazendo com que grandes empresas como a Unilever esteja disposta a deixar o Facebook, por exemplo.

O importante aqui é nunca repassar conteúdo duvidoso, buscar outras fontes de informação e, reforçando o que foi dito acima, nunca compartilhar dados pessoais através de qualquer site.

Para saber mais sobre fake news e como identificá-las, você pode ler este artigo aqui.